| 0–3 | 1. Antes de começar | Ritual: mãos de quem cumpriu o compromisso (anote o número), bilhete anônimo, duas lembranças. Cada aluno destaca meia folha do caderno. | |
| 3–4 | 2. Capa | Leia o título e o subtítulo. A sala vai jogar um jogo que economistas usam há mais de quarenta anos. | |
| 4–5 | 3. O tema | Por que gente comum abre mão de ganhar para não aceitar uma divisão injusta, e o que o cérebro faz nessa hora. | |
| 5–7 | 4. A aposta | Voto de mão: 1 de 10, aceito ou recuso? Anote no canto do quadro. É a previsão da sala sobre ela mesma. | voto |
| 7–9 | 5. As regras | Dois lados da sala: na rodada 1, esquerda é A (propõe), direita é B (responde). A escreve só um número; B só S ou N. Pontos de mentira. Ímpar: um aluno embaralha. | |
| 9–14 | 6. Rodada 1 | Um minuto para A. Recolha, embaralhe na frente, entregue aos B. B escreve S ou N e devolve. Pilha 1 separada. | cronômetro, passos |
| 14–19 | 7. Rodada 2 | Os lados trocam. Mesmo procedimento. Enquanto isso, eixo de 0 a 10 no quadro e dois voluntários para ler os papéis. | cronômetro, passos |
| 19–25 | 8. O gráfico da turma | PICO. Voluntários leem número e letra; toque aceita ou recusa na coluna; um aluno risca no quadro. Pergunte: o que vocês estão vendo? Em outra turma, toque em zerar antes. | gráfico por toque |
| 25–27 | 9. O que vocês sentiram | Debrief pelo corpo, sem expor ninguém: quem recusou, quem propôs, quem aceitou pouco. Anote duas ou três palavras no quadro. | |
| 27–29 | 10. Pepino e uva | Vídeo (46 s, Frans de Waal). Antes do play, voto de mão: o macaco do pepino come ou recusa? Depois, ligue ao não que vem do corpo. Sem internet: conte a cena. | vídeo |
| 29–30 | 11. A previsão da teoria | A conta da teoria clássica: 1 é melhor do que zero, então ninguém recusa. Toque: risco e correção. Compare com a aposta do início. | risco e correção |
| 30–32 | 12. Alemanha, 1982 | Güth, Schmittberger e Schwarze: o primeiro teste. Oferta mais comum, meio a meio; média perto de 37%. | número que conta |
| 32–34 | 13. Abaixo de 20% | Camerer (2003): abaixo de uns 20%, cerca de metade das ofertas é recusada. O painel da sala se preenche sozinho pelo gráfico. | número que conta |
| 34–36 | 14. Quinze sociedades | Henrich e colegas (2001, 2005): a teoria do só-interesse falha em todas; o preço do justo muda de lugar. Linha por linha. | passos |
| 36–39 | 15. Dentro do cérebro | Sanfey e colegas (Science, 2003): ínsula anterior e pré-frontal, uma etapa por toque. Ressalva: associação, não causa. | desenho por toque |
| 39–40 | 16. Do outro lado, um computador | A mesma oferta baixa vinda de um computador foi mais aceita, e a ínsula acendeu menos. O que dói é quem oferece. | |
| 40–42 | 17. Nina e o trabalho em grupo | Personagem inventada, a mesma em todas as aulas. Nina faz tudo; na capa, quatro nomes. Quanto ela está aceitando, de 10? | |
| 42–44 | 18. Onde se aceita um real | Trabalho, relação, grupo: exemplos da sala, sem nomes. Na vida o jogo se repete, e aceitar sempre um ensina que um basta. | |
| 44–46 | 19. O outro lado | Quando recusar sai caro. Recusar protege ou só castiga? Punição altruísta (Fehr e Gächter, Nature, 2002). | |
| 46–48 | 20. Para a cartolina | Ritual de fechamento: voto de mão entre as duas frases; voluntário escreve a vencedora na cartolina. Aposta e recusas no placar da turma. | voto |
| 48–51 | 21. Esta semana | Trinta segundos de silêncio. Na mesma meia folha, sem nome: onde está o um real da semana e a frase que vai dizer até sexta. | |
| 51–52 | 22. Fechamento | A pergunta do título volta. Leia e não acrescente nada. |
Material: só meia folha do caderno por aluno. As notas completas estão na aula (tecla N) e na tela de condução (tecla P).Dr. Júlio Lucena · Colégio NewWay