| 0–2 | 1. A cena · a torta de limão | A aula abre nesta cena, antes do título. Se quiser retomar a aula anterior (quem fez as três perguntas antes de dormir? | passos, simulação |
| 2–4 | 2. O que faltou | Voto de mão. A maioria costuma marcar força de vontade. Não corrija agora. Anote o placar num canto do quadro e diga: guardem esse placar, a turma vota de novo no fim. | voto |
| 4–5 | 3. Capa | O título entra depois da cena da torta e da primeira pergunta; a cortina fecha e abre sozinha. | movimento |
| 5–6 | 4. O tema de hoje | Diga o tema com todas as letras. São três atos: primeiro as forças, depois a briga entre elas, e por fim aquilo em volta de que as três giram. | |
| 6–6 | 5. Ato I · As três forças | Cartão de passagem: a cortina fecha e abre sozinha e as letras entram uma a uma. Diga o nome do ato e siga. | movimento |
| 6–7 | 6. Puxa, segura, cobra | Uma palavra por toque, e cada uma faz o que diz: a primeira estica como elástico, a segunda trava, a terceira treme. | passos |
| 7–10 | 7. As três forças | Os três verbos da tela anterior ganham nome. NA TESE (aula 6): emoção vem do latim emovere, mover para fora: a palavra guarda a ideia de movimento. | |
| 10–13 | 8. Simulação · a gangorra | A tela começa com a torta na mesa e o plano vago. Pergunte à sala o que mudar primeiro e toque no botão. | passos, simulação |
| 13–16 | 9. Mecanismo · o marshmallow | Por que guardar a torta funcionou. MISCHEL: nos experimentos de Walter Mischel em Stanford, crianças de quatro a cinco anos podiam comer um doce agora ou esperar e ganhar dois. | passos |
| 16–16 | 10. Ato II · A briga | Cartão de passagem. O ato começa pela raiva, passa pelos exageros de cada pessoa e termina no roteiro que cabe em você. | movimento |
| 16–17 | 11. Raiva e injustiça | NA TESE (aulas 6 e 21): “se tem ira, tem injustiça”. A ira é a força do Crítico tentando ajustar o mundo ao que ele considera justo. | movimento |
| 17–20 | 12. A raiva e o alvo | Leia as duas falas com a mesma voz, sem caricatura. Pergunte: depois de qual delas o amigo muda? | passos |
| 20–23 | 13. Três exageros | Depois da raiva, os exageros: o que acontece quando uma das três pessoas cresce e as outras encolhem. | cartões |
| 23–24 | 14. Só para você | Uma palavra no caderno; ninguém mostra. Não peça mãos aqui: a pergunta expõe. | |
| 24–27 | 15. O roteiro dos outros | Avance as mensagens uma a uma; a última linha só entra depois. NA TESE (aulas 22 e 24): quem tem pouca experiência tem pouco material para escrever o próprio roteiro, e passa a copiar o de quem parece ter a vida resolvida. | celular, passos |
| 27–27 | 16. Ato III · O eixo | Cartão de passagem. O terceiro ato junta de novo o que o segundo separou: a atenção, o eixo, a luz e a consciência. | movimento |
| 27–30 | 17. O que ficou | NA TESE (aula 8): uma corda liga as três pessoas, e ela tem três nomes. Atenção: de tudo o que o Personagem presencia, só uma parte sobe ao Crítico; voltando para casa você cruza duzentos carros e lembra de poucos, os que lhe interessam. | |
| 30–33 | 18. O eixo | O centro da aula. NA TESE (aula 6): a personalidade foi feita para girar em volta de um bem que está fora dela. | passos |
| 33–35 | 19. Dois psicólogos | O exemplo é da transcrição (aulas 6 e 15). O primeiro ama o dinheiro: cobra caro, enche a agenda, atende cansado, confunde pacientes, e fica com raiva de quem falta porque perdeu a consulta. | passos |
| 35–38 | 20. A luz chega por etapas | Uma linha por toque; a luz alcança uma janela de cada vez. NA TESE (aula 21): o exemplo é o do marido que chega e encontra a sala desarrumada. | passos |
| 38–40 | 21. O placar de novo | O voto que muda. Mostre o placar da tela 2, que ficou no canto do quadro, e peça o voto de mão de novo, com as mesmas quatro opções. | voto |
| 40–43 | 22. Consciência | NA TESE (aulas 13 a 15): consciência é um conhecimento conjunto. Ela é o lugar onde as três pessoas se encontram e onde alguém consegue olhar a própria vida de fora e reconhecer: o de cinco anos era eu, o de daqui a dez serei eu. | passos |
| 43–48 | 23. Brás Cubas · começar pelo fim | O ato concreto. NA TESE (aula 23): o necrológio, à maneira de Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis, 1881), oferece um primeiro roteiro possível para a vida. | passos, cronômetro |
| 48–50 | 24. Fechamento | Leia devagar e não acrescente nada. A frase vem da transcrição (aula 27): a unidade das três pessoas é a felicidade, o encontro de três alegrias. | movimento |
As notas completas estão na aula (tecla N) e na tela de condução (tecla P).Dr. Júlio Lucena · Colégio NewWay