| 0–3 | 1. A cena · de domingo a segunda | A aula abre nesta cena, antes do título e sem apresentação. O relógio conta até 06:00 e treme; deixe tocar e só então comece. Uma linha por toque, contada como história. | passos |
| 3–7 | 2. Quantos na conversa | Voto de mão; cada toque soma um. Depois peça dois ou três voluntários para contar uma discussão que tiveram consigo mesmos nesta semana: acordar ou não, mandar a mensagem ou não. Pergunte a cada um: quem ganhou? | passos, voto |
| 7–8 | 3. Capa | O título só entra agora, depois da cena e da primeira pergunta; a cortina fecha e abre sozinha. | |
| 8–8 | 4. Ato I · O teatro | Cartão de passagem: a cortina fecha e abre sozinha e as letras entram uma a uma. Diga o nome do ato e siga; não precisa parar aqui. | |
| 8–10 | 5. O teatro · Aquiles | A imagem central da tese (aula 1). O teatro se monta na tela, uma parte por toque, enquanto você conta. | passos |
| 10–12 | 6. Três pessoas, três tempos | Uma palavra por toque, e cada uma faz o que diz: a primeira dispara, a segunda oscila como balança até parar, a terceira se escreve. Antes de cada toque, pergunte quem faz esse trabalho no teatro e em que tempo essa pessoa vive. | passos |
| 12–15 | 7. Três luzes no cérebro | A tela de mecanismo, com a ressalva dita em voz alta: é um esquema, não um mapa do cérebro, e a tese das três pessoas é filosófica, não neurológica. O desenho tem três luzes. | passos |
| 15–15 | 8. Ato II · As três pessoas | Cartão de passagem. É o ato mais longo da aula, cerca de 21 minutos: Personagem, Crítico, Roteirista, o quadro e a simulação. | |
| 15–17 | 9. A primeira pessoa · o Personagem | NA TESE (aulas 2 e 3): tudo é feito por meio do Personagem; ele é a sede da pessoa no mundo, e é nele que o Crítico e o Roteirista se manifestam. | passos |
| 17–19 | 10. O tempo tempera | Tela de desenho: deixe a turma olhar antes de falar. O contador sobe até 24 horas enquanto o frango muda de cor. A imagem é da transcrição (aula 3) e a turma ri; deixe rir. | passos |
| 19–21 | 11. Em que molho | Voto de mão, rápido. Não comente o resultado em tom de bronca. Diga só: olhem o placar; é nisso que esta sala está se transformando. | voto |
| 21–23 | 12. A segunda pessoa · o Crítico | NA TESE (aula 4): o Crítico faz juízos, que são a segunda operação da lógica. Juízo é diferente de julgamento: o juízo afirma (“o café está frio”), o julgamento condena ou absolve. | passos |
| 23–25 | 13. O fato e a sentença | O ponto mais útil da aula; vá devagar. NA TESE (aulas 4 e 20): há juízos estáveis, próprios do que não muda (2 + 2 = 4), e juízos que acompanham o que muda. | passos |
| 25–27 | 14. Refaça a nota | Leia a sentença, peça que a turma proponha o fato correspondente, depois toque. O terceiro cartão é o que surpreende: elogio fixo também é injusto. | cartões |
| 27–29 | 15. A terceira pessoa · o Roteirista | NA TESE (aula 5): o Roteirista pensa o futuro e escreve o plano. A natureza dele é a esperança, e ele espera sempre um bem; ninguém consegue planejar esperando o pior para si. | passos |
| 29–31 | 16. Não decidir | NA TESE (aula 5): o modo certo de o Roteirista operar é a prudência, a arte de decidir bem. Quem vive só o dia de hoje decidiu não decidir. | passos |
| 31–32 | 17. O quadro das três pessoas | A tela de consulta. Leia por linhas, da esquerda para a direita: o tempo em que cada um vive, o palco e a pergunta que faz. | |
| 32–36 | 18. Simulação · quem está falando? | A turma decide em voz alta e você toca no nome que a maioria disser. A tela mostra o certo e o motivo; toque em Próxima. São sete frases, cerca de trinta segundos cada. | |
| 36–36 | 19. Ato III · A volta | Cartão de passagem. Daqui em diante a aula volta ao despertador da abertura. | |
| 36–38 | 20. Uma volta completa | Uma linha por toque; o ciclo se desenha junto, um trecho de cada vez. NA TESE (aulas 2 e 24): o Crítico é a ponte entre os outros dois; leva a experiência do Personagem ao Roteirista. O exemplo da transcrição é o café. | passos |
| 38–43 | 21. Quem falhou na segunda | Volte à cena do despertador. ENCENAÇÃO, antes do voto (3 minutos): peça três voluntários, sem chamar ninguém pelo nome. | voto |
| 43–45 | 22. Quando os três se separam | NA TESE (aulas 1 e 15): as três pessoas precisam funcionar em sinergia. Quando o dia fecha, com os três de acordo, a pessoa sente paz, que a transcrição chama de sétimo dia. | passos |
| 45–49 | 23. Hoje à noite, três perguntas | O ato concreto da aula. Uma linha por toque. Peça que façam uma vez só, hoje, antes de dormir, sem celular na mão. Prazo: hoje, antes de dormir. Na próxima aula você pergunta quem fez, sem pedir o conteúdo. | passos |
| 49–50 | 24. Fechamento | Leia devagar e não acrescente nada. O despertador que abriu a aula e voltou na votação aparece aqui pela terceira vez, parado. A frase é da transcrição (aula 1), com ajuste mínimo. |
As notas completas estão na aula (tecla N) e na tela de condução (tecla P).Dr. Júlio Lucena · Colégio NewWay