| 0–1 | 1. Capa | Entre e não explique nada ainda. | |
| 1–2 | 2. O tema de hoje | Diga o tema com clareza. A aula tem três partes: a biologia do sono na adolescência, o preço de dormir pouco, e o que dá para mudar esta semana. | |
| 2–5 | 3. Quanto você dormiu ontem | Peça que calculem: hora em que deitaram, hora em que o despertador tocou. Voto de mão por faixa. | voto |
| 5–7 | 4. A cena · 23h47 | Avance as mensagens uma a uma. A turma reconhece a sequência. | celular, passos |
| 7–8 | 5. 26 anos | Um terço da vida: cerca de 26 anos para quem vive 78. Vocês aprenderam a estudar, a jogar, a passar em prova. | |
| 8–10 | 6. Aposta · quantas horas | Não revele antes de a turma se comprometer. Quase sempre chutam 6 ou 7, porque confundem o que fazem com o que precisam. | voto |
| 10–11 | 7. 8 a 10 | Consenso da American Academy of Sleep Medicine para a faixa de 13 a 18 anos (Paruthi e colegas, Journal of Clinical Sleep Medicine, 2016). Abaixo disso há prejuízo mensurável de atenção, memória e humor. | |
| 11–13 | 8. 73 em cada 100 | CDC, Youth Risk Behavior Survey de 2015, estudantes de ensino médio dos Estados Unidos. A tela tira a culpa individual: é o padrão de uma geração. | |
| 13–14 | 9. Às 22h, em alerta | Abre a parte que tira a culpa. Dormir cedo, para um adolescente, é remar contra o próprio relógio. | |
| 14–19 | 10. O relógio do adolescente | Núcleo técnico. Duas contas decidem quando a pessoa dorme: o modelo de dois processos de Alexander Borbély (1982). | |
| 19–23 | 11. Os três álibis | As três frases que eles dizem em casa. Leia, peça que defendam, e só então toque. | cartões |
| 23–25 | 12. A semana medida | Semana de um aluno do ano passado, com autorização e sem nome. Uma linha por toque. | passos |
| 25–28 | 13. A noite tem turnos | O sono é uma sequência de ciclos. O sono profundo se concentra na primeira metade da noite, e nele a memória do dia é consolidada. | passos |
| 28–31 | 14. A conta em três moedas | Memória: virar a noite estudando apaga de um lado o que se escreve do outro. Humor: com pouco sono a amígdala fica mais reativa e o pré-frontal responde pior; pergunte se alguém brigou em casa por besteira esta semana. | |
| 31–32 | 15. Um pedaço do dia | A virada. A pergunta deixa de ser por que você não dorme e passa a ser o que você procura naquelas horas. | |
| 32–36 | 16. Frankl · a hora que é sua | Coração da aula. O dia inteiro tem dono: escola, cursinho, família, cobrança. | |
| 36–38 | 17. Espelho | Voto de mão. Ninguém explica o voto. | voto |
| 38–43 | 18. Quatro alavancas | Protocolo. A ordem importa: a âncora é a hora de acordar, inclusive no fim de semana. | cartões |
| 43–46 | 19. Sete noites | Ninguém entrega e ninguém lê. O objetivo é medir, e não dormir bem sete noites: quem mede para de negociar no escuro. | |
| 46–48 | 20. No caderno | Uma linha no caderno; ninguém lê. A frase conversa com a Carta ao Futuro. | |
| 48–50 | 21. Fechamento | Baixe o tom, leia devagar e deixe o silêncio durar. |
As notas completas estão na aula (tecla N) e na tela de condução (tecla P).Dr. Júlio Lucena · Colégio NewWay