| 0–3 | 1. Antes de começar | Ritual de abertura: quem cumpriu o compromisso (mão, sem nome), bilhete anônimo, duas lembranças. Confira se os dois advogados voluntários vieram com o cartão. | |
| 3–4 | 2. Capa | Batida leve na mesa, como um juiz. Hoje o réu é um escritor e o júri é a turma. | |
| 4–6 | 3. O tema e o tribunal | Natureza humana: o que um grupo faz quando ninguém manda nele. Papéis: juiz (professor), acusação e defesa (voluntários), júri (todos, votam duas vezes). | |
| 6–8 | 4. O réu | William Golding (1911–1993): professor numa escola de meninos, oficial da Marinha no Dia D, Nobel em 1983. | passos |
| 8–10 | 5. O livro é ficção | O Senhor das Moscas (1954) em um minuto. Diga com todas as letras: é um romance, uma fábula. | |
| 10–11 | 6. A acusação | Golding acusado de difamar a humanidade. Formato da Hillsdale High School (Califórnia, desde 1989), contado em The Power of Moments. | |
| 11–13 | 7. Primeiro voto do júri | Linha de 30 segundos de silêncio; só depois as mãos. Marque VOTO 1 no quadro. | voto, silêncio |
| 13–15 | 8. Ato I · A aposta | Cortina. A acusação vai chamar uma testemunha. Antes, a turma aposta: quanto tempo até seis adolescentes sozinhos brigarem? | cortina, voto |
| 15–17 | 9. A testemunha: 'Ata, 1965 | Seis meninos de Tonga, barco quebrado, cerca de 15 meses na ilha (Bregman, Humanidade). | |
| 17–21 | 10. Prova da acusação: o filme de 1966 | Vídeo (3 min, Channel 7, 1966, em inglês). Antes do play: o que a câmera vai encontrar? Abaixe o som e narre. Minutagem não confirmada: se o começo for só abertura, avance até as cenas na ilha. Sem internet: conte a cena. | vídeo |
| 21–24 | 11. O que o capitão encontrou | Horta, água da chuva, fogo aceso, turnos em duplas, quem brigava ia esfriar do outro lado da ilha. Quem fez as regras? Eles. | passos |
| 24–27 | 12. Perícia: o cérebro que coopera | Rilling, 2002: cooperar ativa o núcleo accumbens. Ressalva: 36 mulheres, um jogo; associação, não prova de bondade. | |
| 27–29 | 13. Objeção da defesa | Uma fábula não precisa ter acontecido; os seis eram colegas de um povo que sabe viver em ilha (Meleika Gesa). | |
| 29–32 | 14. Ato II · A testemunha é o réu | Cortina. A defesa: Golding e a abelha que produz mel (Fable, 1962). A Segunda Guerra que ele viu. | cortina |
| 32–35 | 15. Prova da defesa: Robbers Cave | Sherif, 1954: 22 meninos, Águias e Cascavéis, bandeira queimada, cabana invadida, briga separada. | passos |
| 35–37 | 16. Objeção da acusação | Gina Perry (2018): os pesquisadores empurraram o conflito; em 1953 os meninos se voltaram contra os adultos. Stanford, se aparecer: muito criticado. | |
| 37–41 | 17. Ato III · Uma jurada | Cortina. Nina votou inocente; a foto no grupo da sala e Carol escrevendo apaga isso. Deliberação em quartetos, três minutos, só conversa. | cortina, passo |
| 41–43 | 18. Veredito | Linha de 30 segundos e o segundo voto. Conte quem mudou. Leia o veredito. | voto, silêncio |
| 43–45 | 19. A tese corrigida | Selvagem riscado, o que combinar escrito à mão. Golding já foi condenado e absolvido em anos diferentes na Califórnia. | risco e correção |
| 45–50 | 20. A regra da ilha | Quartetos escrevem uma regra em tira de papel (aqui, quando...). Leitura, voto de mão em duas rodadas, a vencedora vai para O placar da turma. | |
| 50–52 | 21. Para a cartolina | Ritual de fechamento: duas frases, voto de mão, a vencedora em O que ninguém tira. Confira o placar dos dois votos. | voto |
| 52–54 | 22. Esta semana | Até sexta: cumprir a regra uma vez em que ela custar alguma coisa. Na próxima aula, mão levantada. | |
| anexo | 23. Cartão da acusação | Imprima e entregue ao voluntário da acusação na aula anterior. | imprimir |
| anexo | 24. Cartão da defesa | Imprima e entregue ao voluntário da defesa na aula anterior. | imprimir |
Na aula anterior: dois voluntários recebem os cartões (telas 22 e 23). Leve as cartolinas O que ninguém tira e O placar da turma. As notas completas estão na aula (tecla N) e na tela de condução (tecla P).Dr. Júlio Lucena · Colégio NewWay