| 0–2 | 1. Capa | Cena ao vivo, antes de qualquer teoria: saia e entre duas vezes (1ª apressado, no celular; 2ª inteiro, olhando a sala, três segundos de silêncio). Sem comentar, avance para o voto. | |
| 2–4 | 2. A cena · duas entradas | Primeiro o voto, sem conversa: em qual das duas entradas vocês confiariam? Cada toque soma um voto. | voto · desenho por toque |
| 4–5 | 3. O tema de hoje | Diga o tema com clareza: o que a turma acabou de sentir nas duas entradas tem nome e tem mecanismo. | |
| 5–6 | 4. Voto que muda · antes | Voto de mão, rápido e sem discussão: presença se treina ou se nasce com ela? Cada toque soma um voto. ANOTE O PLACAR NO QUADRO e diga só: vamos votar isso de novo no fim da aula. Não defenda nenhum lado agora. | voto |
| 6–8 | 5. O que presença deixa de fora | Desarme o imaginário do popular. Leia o nome, peça um palpite e toque. Popularidade conta quantos olham; presença conta o que acontece com quem fica perto. Um aluno pode ter 40 mil seguidores e nenhuma presença. | cartões |
| 8–10 | 6. Aposta · confiança | Não revele antes de a turma se comprometer. Quase todos chutam em segundos. Lembre a cena da abertura: quanto tempo vocês levaram para escolher uma das duas entradas? | voto |
| 10–12 | 7. Um décimo de segundo | O número desce dos segundos que eles chutaram até 100 milésimos. | número |
| 12–13 | 8. Parece confiável antes de concordar | Uma frase e silêncio. A palavra é parecer: é impressão, e impressão se corrige, mas ela chega antes do argumento. | |
| 13–17 | 9. O que o cérebro lê | Núcleo técnico. (1) Contágio emocional: em conversa, as pessoas sincronizam respiração, tom e humor (Hatfield, Cacioppo e Rapson, Emotional Contagion, 1994). | |
| 17–19 | 10. O corpo fala antes da voz | Peça dois voluntários: dez segundos na coluna da esquerda, dez na da direita. A turma descreve o que VIU mudar; é o que interessa aqui, como os outros leem um corpo. | |
| 19–21 | 11. Prática · 4 e 6 | Faça junto, em silêncio, sem ironia. Quatro segundos inspirando pelo nariz, seis soltando pela boca, três vezes. | |
| 21–23 | 12. As três forças | Amarre cada força ao que já foi explicado: calma é regulação, autenticidade é economia de energia, escuta é atenção sustentada. | cartões |
| 23–25 | 13. As três ausências | Costuma ser a tela de maior silêncio. A primeira ausência, a dispersão, abre a tela seguinte. A terceira prepara Frankl: timidez e arrogância têm a mesma raiz, a atenção presa em si. | passos |
| 25–27 | 14. Treinado para checar | Mecanismo em linguagem simples. | |
| 27–30 | 15. Frankl · sair de si | Coração existencial. Volte à cena da abertura: quem entrou da primeira vez estava preso em si (o celular, a pressa, o que vão pensar); quem entrou da segunda estava voltado para a sala. | passos |
| 30–31 | 16. Laboratório · as regras | Só voluntários; ninguém é chamado pelo nome. Quatro ou cinco falas cabem no tempo. A regra do silêncio durante a fala é o que torna a experiência segura. Sem placar e sem vencedor. | passos |
| 31–39 | 17. Fale | O cronômetro de 90 segundos abre no canto: inicie a cada voluntário e zere entre um e outro. Não interrompa quem passar por poucos segundos. | cronômetro |
| 39–43 | 18. O que aconteceu | Onde a experiência vira conceito. Toque numa pergunta por vez. Pergunte primeiro a quem falou o que sentiu. A resposta quase sempre é: esqueci de mim. Essa é a aula inteira. | cartões |
| 43–45 | 19. Voto que muda · depois | O mesmo voto do começo, sem discussão antes. Depois compare com o placar anotado no quadro. Se houver migração, pergunte a quem mudou: o que fez você mudar? | voto · passos |
| 45–46 | 20. Espelho | Voto de mão. Ninguém explica o voto. | voto |
| 46–49 | 21. Até sexta | O ato da semana, com prazo. Até sexta: uma conversa sem o celular na mão, em que você só faz perguntas; três minutos bastam, com alguém de casa, um colega, um avô. | |
| 49–50 | 22. Fechamento | Leia devagar e deixe o silêncio durar. O desenho é a segunda entrada da abertura: a pessoa que ficou. Não explique a frase. |
As notas completas estão na aula (tecla N) e na tela de condução (tecla P).Dr. Júlio Lucena · Colégio NewWay