| 0–3 | 1. Só o começo | Entre sem explicar. Deixe as frases se empilharem em silêncio; são inventadas pela aula, no tom de letra de música, e não letras reais. | passos |
| 3–4 | 2. Capa | Diga só: hoje a gente vai falar da coisa que mais ocupa a cabeça de vocês e que ninguém nunca sentou para explicar direito. O que o cérebro faz nos primeiros meses, quanto isso costuma durar e o que vem depois. | |
| 4–7 | 3. Disputa: primeira votação | A PERGUNTA DA AULA, votada antes de qualquer argumento. Leia a pergunta e espere a linha atravessar a tela: ninguém vota antes de ela chegar ao fim. | voto, linha do silêncio |
| 7–9 | 4. Mapa: quanto dura | O número da sala, antes do estudo. Alguém de 16 anos, há três semanas, só pensa num nome; o resto da vida não mudou, e a cabeça mudou inteira. | voto |
| 9–12 | 5. Quanto dura: a resposta | A resposta, com a régua e a ressalva. A estimativa mais citada para a fase de paixão intensa é de cerca de 12 a 24 meses. | |
| 12–15 | 6. A distinção | A distinção clínica que organiza a aula inteira. Leia a primeira linha. | passos |
| 15–19 | 7. O circuito do querer | NÚCLEO TÉCNICO. Helen Fisher, Arthur Aron e Lucy Brown (2005) puseram no aparelho de ressonância jovens apaixonados havia poucos meses e mostraram a foto da pessoa amada. | |
| 19–23 | 8. As duas curvas | A TELA MAIS IMPORTANTE DA AULA. Diga logo: isto é um esquema para pensar, e não um gráfico de pesquisa; ninguém mediu essas duas curvas assim. | passos |
| 23–24 | 9. Passa. | Silêncio. A palavra demora a aparecer: deixe. | |
| 24–28 | 10. As três partes | O modelo de Robert Sternberg, de 1986: três componentes que se combinam. Paixão sozinha é encantamento: intenso, curto, e some sem avisar. | |
| 28–31 | 11. O que a paixão não ensina | Aqui a aula fica prática. A paixão é professora ruim justamente porque tudo é fácil enquanto ela está lá: não custa esperar, não custa perdoar, não custa ficar. | |
| 31–35 | 12. A virada: o rosto no escuro | CORAÇÃO DA AULA, não corte. A única aparição de Frankl nesta aula, como cena da vida dele (Em busca de sentido, parte I). | |
| 35–37 | 13. Quatro perguntas | Ferramenta prática, e não receita. Deixe claro que nenhuma das quatro é sobre intensidade, porque intensidade é justamente o que a paixão fornece de graça. | |
| 37–43 | 14. Disputa: segunda votação | A DISPUTA VOLTA. Leia a pergunta de novo; o resultado da primeira votação aparece embaixo, puxado da tela do começo. | voto, linha do silêncio |
| 43–48 | 15. Encerramento | Baixe o tom. A frase entra devagar; leia e deixe o silêncio durar. |
As notas completas estão na aula (tecla N) e na tela de condução (tecla P).Dr. Júlio Lucena · Colégio NewWay