| 0–4 | 1. Karaokê às cegas | KARAOKÊ ÀS CEGAS, antes de qualquer palavra. A tela fica só com a onda. | passos |
| 4–5 | 2. Formação do Imaginário | Diga o tema com todas as letras: hoje a aula é sobre o que entra pelos sentidos sem passar pelo filtro, e vira o estoque de imagens com que vocês pensam e desejam. | |
| 5–7 | 3. Por que gruda | O que a sala acabou de fazer tem explicação. A melodia funciona como andaime de memória. | |
| 7–10 | 4. Faixa 1 | Agora o corpo. Celulares na mochila, olhos fechados, sem conversa. | régua, passos |
| 10–12 | 5. Faixa 2 | Mesmo ritual, mesma medição. Agora 90 segundos de algo alto, rápido, com batida forte e grave pesado. | régua, passos |
| 12–14 | 6. O corpo respondeu antes | O que as réguas mostraram tem nome: excitação fisiológica. Aponte os dois corações: o da esquerda bate devagar, o da direita acelerado. | passos |
| 14–16 | 7. Aposta | Não revele antes de a turma se comprometer com um número. Peça três chutes em voz alta, arraste a régua até o que a sala aceitar e só então toque em Revelar. | régua, passos |
| 16–17 | 8. Por dia | Divida por sete na frente deles e toque: o número conta até quase três horas por dia. Pergunte: que outra coisa entra na cabeça de vocês três horas por dia sem que vocês reparem no que ela diz? | passos |
| 17–22 | 9. Raio-x da letra | O CENTRO DA AULA. Toque UMA música que a turma ama, do começo ao fim, e peça que prestem atenção na letra. | voto, raio-x |
| 22–23 | 10. Vocês tinham reparado? | Colha a votação (cada toque soma um voto) e não faça cara de escândalo: a turma precisa poder admitir sem se sentir julgada. | voto, passos |
| 23–25 | 11. Por que o filtro não liga | O nome técnico é modelo da probabilidade de elaboração, de Richard Petty e John Cacioppo (1986). | |
| 25–27 | 12. Você foi exposto | Leia a frase como está. Toque: o verbo troca. | passos |
| 27–29 | 13. Quem te deu o critério | Pergunte, sem responder: por que uma catedral gótica, como o Duomo de Milão, ou o teto de Michelangelo na Capela Sistina são chamados de belos há séculos? | |
| 29–31 | 14. Você só quer o que imagina | Espinha filosófica da aula, em uma tela. O axioma que Tomás de Aquino herdou de Aristóteles: nada está no intelecto que antes não tenha estado nos sentidos (vale escrever em latim no quadro: nihil est in intellectu quod non… | |
| 31–33 | 15. O pôr do sol | Frankl entra uma vez só, por uma cena da vida dele, e entra aqui porque a aula até agora falou do que entra; ele mostra o que uma imagem faz por alguém. | |
| 33–36 | 16. Três perguntas | Antes das perguntas, diga com todas as letras, olhando para eles: eu não vim tirar a música de vocês. | passos |
| 36–38 | 17. Quem monta a sua playlist | Ninguém pega o celular. Cada um anota de memória, no papel, as três últimas músicas que ouviu e quem escolheu cada uma: você, o algoritmo (rádio automático, mix do dia, a faixa que emendou sozinha) ou outra pessoa. | voto, passos, papel |
| 38–46 | 18. A música nova | O fecho da experiência. Toque o samba antigo que você escolheu, com letra bonita e bem escrita (Cartola, Paulinho da Viola, Nelson Cavaquinho; ouça inteiro antes da aula). | voto, raio-x |
| 46–50 | 19. Pedra | Ponha o samba para tocar de novo, baixo. Espere alguns segundos de música. |
As notas completas estão na aula (tecla N) e na tela de condução (tecla P).Dr. Júlio Lucena · Colégio NewWay