| 0–1 | 1. A conversa | Antes da aula: converse em particular com quem vive separação em casa ou término recente. Na tela, dez segundos calado. Ninguém conta a própria história em voz alta. | noite |
| 1–4 | 2. A madrugada | Três horas, uma por toque. Dupla de um minuto: por que é tão difícil parar de olhar? Anote no quadro as palavras que surgirem. | passos |
| 4–5 | 3. Capa | Diga o tema e o caminho: primeiro o fim de vocês, depois o fim de quem vocês amam. Tema sugerido pela turma. | |
| 5–6 | 4. Os dias seguintes | Três linhas, uma por toque, continuando a madrugada: perfil, conversa relida, a música. | passos |
| 6–8 | 5. A pergunta dos cientistas | Leia a pergunta; depois os três passos do experimento, um por toque. Por que comparar com a foto de um conhecido? | passos |
| 8–11 | 6. O circuito do querer | Fisher e colegas, 2010, 15 pessoas: área tegmental ventral e núcleo accumbens. Associação, não diagnóstico de vício. | |
| 11–14 | 7. Dor de verdade | Kross e colegas, 2011, 40 pessoas: calor forte no antebraço e lembrança do fora acendem parte das mesmas áreas. No toque: Woo e colegas, 2014, o cérebro distingue as duas. | passos |
| 14–16 | 8. Cada olhada é uma dose | A conversa volta. O laço: pede, abre, alívio curto, pede de novo. É leitura nossa, e a tela diz isso. | |
| 16–20 | 9. A régua | Régua desenhada: pontas e marcas por toque. Cada um posiciona uma relação que conhece, em silêncio, por 30 segundos. Ninguém aponta. | régua |
| 20–22 | 10. Apego | Dependência emocional não é diagnóstico. Bowlby: o apego se aprende cedo. Hazan e Shaver, 1987: apego ansioso confere, cobra, não solta. Não é rótulo nem destino. | passos |
| 22–25 | 11. Sinais | Sete sinais, um por toque, sem comentar cada um. Lemos e Londoño, 2006 (CDE) e Castelló, 2005. Ninguém se classifica em voz alta. | passos |
| 25–27 | 12. Se o fim é seu | Silenciar ou arquivar, amigos, sono, tempo. Se a tristeza tirar sono e comida por semanas: adulto de confiança ou profissional. | passos |
| 27–28 | 13. Virada | Até aqui, o fim era seu. No toque: e quando o fim é de alguém que você ama? | passos |
| 28–29 | 14. Sexta | A mala. Ninguém é chamado a falar. As duas perguntas do bloco: o que pesa? Como agir? | passos |
| 29–32 | 15. O que pesa | Voto de mão antes. Amato e Keith, 1991 (92 estudos); Amato, Loomis e Booth, 1995 (12 anos). Associação; média não decide caso nenhum. | voto, passos |
| 32–34 | 16. Como agir: o que não cabe a você | Escolher lado, levar recado, consertar os dois, virar o adulto da casa (parentificação). Frase: amo vocês dois e não quero escolher. | passos |
| 34–35 | 17. Como agir: com o pai ou a mãe | Não precisa de resposta certa: um gesto pequeno. Gesto de filho, não terapeuta da casa. | |
| 35–39 | 18. Supera | E quando é um amigo. Tarefa antes do play: uma coisa certa e uma errada. Marília Mendonça, canal oficial, 2 min 37 s. | vídeo |
| 39–41 | 19. O que ela fez bem, e onde errou | Ouça a turma, depois as colunas. Acerta: fala do que viveu, pede um passo. Erra: vergonha e pressa. | passos |
| 41–43 | 20. O que machuca, o que ajuda | Por que frases bem-intencionadas machucam. Ajuda: ficar junto, ouvir sem julgar, chamar para algo comum. | passos |
| 43–46 | 21. Frankl | Em busca de sentido, parte II, tradução nossa. Pergunte o que a direita da régua enxerga. Revele a última linha e não explique. | passos |
| 46–48 | 22. Arquivada | Silêncio: a linha embaixo da conversa leva 30 segundos (legenda na tela). Depois uma frase só. | silêncio |
| 48–50 | 23. Para levar | Não se responde em voz alta. Encerre sem resumo e fique na sala depois do sinal. |
As notas completas estão na aula (tecla N) e na tela de condução (tecla P).Dr. Júlio Lucena · Colégio NewWay