| 0–3 | 1. A conversa ensaiada | Faça a pergunta e deixe dez segundos de silêncio. Não revele para quem é o rascunho do celular: ele volta enviado na última tela. | celular |
| 3–4 | 2. Digitando | Deixe o riso de reconhecimento acontecer. | |
| 4–5 | 3. Cinco conversas | Três no celular da tela, com a turma decidindo cada resposta. Duas ao vivo, com voluntário. | |
| 5–6 | 4. Caso 1 · Rafa | Divida a sala: metade decide as respostas, metade observa em que resposta o clima cai. | observadores |
| 6–10 | 5. Caso 1 · Rafa · conversa | A metade que decide escolhe em voz alta (A, B ou C) e você toca. Três trocas; a barra mostra o clima. | celular, simulação |
| 10–11 | 6. Caso 1 · Rafa · replay | Observadores primeiro. Um motivo basta: cada motivo a mais vira alvo. | |
| 11–12 | 7. Caso 2 · Bia | Cena inventada; não deixe virar caso real da sala. Troquem os papéis das metades. | observadores |
| 12–16 | 8. Caso 2 · Bia · conversa | Repare se a turma promete o que não controla (apagar de todos os grupos). | celular, simulação |
| 16–17 | 9. Caso 2 · Bia · replay | Aceitar o “vou pensar”: pedir desculpas não obriga ninguém a perdoar na hora. | |
| 17–18 | 10. Caso 3 · Chefe | Quem mandaria a mensagem, e quem esperaria o chefe descobrir? Cada um observa em que frase aparece o erro. | |
| 18–21 | 11. Caso 3 · Chefe · conversa | A frieza do chefe é proposital. | celular, simulação |
| 21–22 | 12. Caso 3 · Chefe · replay | Quatro passos: contar antes, dizer o tamanho real, chegar com a correção começada, não culpar ninguém. | |
| 22–25 | 13. A frase errada sai primeiro | Mecanismo, por toque: amígdala dispara, pré-frontal fica menos disponível, sobra fuga ou defesa. Fonte Arnsten (2009); ressalva: muito dado vem de animais. | desenho por toque |
| 25–26 | 14. Agora, ao vivo | Mudança de mecânica. O voluntário lê a missão e sai da sala. | |
| 26–27 | 15. Caso 4 · missão | TELA PÚBLICA. Voluntário de mão levantada. | |
| 27–28 | 16. Caso 4 · segredo | TELA SECRETA. Só toque no véu com ele fora da sala. A fala de entrada está na nota. | |
| 28–31 | 17. Caso 4 · cena | Três minutos de cronômetro. Pausa (tecla C) no máximo duas vezes na aula. | cronômetro |
| 31–33 | 18. Caso 4 · replay | Elogie algo específico antes de corrigir. Veredito, depois o replay. | |
| 33–34 | 19. Caso 5 · missão | TELA PÚBLICA. Voluntário que aceite a cena: pode tocar histórias reais. | |
| 34–35 | 20. Caso 5 · segredo | TELA SECRETA. Interprete de pé, atropelando as perguntas. | |
| 35–38 | 21. Caso 5 · cena | Três minutos de cronômetro. | cronômetro |
| 38–40 | 22. Caso 5 · replay | Prometer comportamento, nunca resultado. | |
| 40–42 | 23. O que esta conversa pede de você? | Frankl: o que a vida espera de mim. Quem espera uma frase sua? Silêncio, sem respostas em voz alta. | |
| 42–43 | 24. Três leis | Toque para cada lei e peça onde ela apareceu. Demore em Não adie. | |
| 43–44 | 25. O que é seu | A frase e o limite são seus; a reação e o desfecho, do outro. | |
| 44–45 | 26. Espelho | Volte à pergunta do começo. Voto de mão. | voto |
| 45–48 | 27. A conversa adiada · o bilhete | Papel sem nome: a primeira frase da conversa adiada, dobrada no bolso. Até sexta, dizer. Próxima aula: voto de mão, sem conteúdo. | papel |
| 48–50 | 28. Fechamento · o rascunho enviado | Revele o destinatário (Lu, uma amiga: a pista do grupo, no rascunho da tela 1) e a primeira frase reescrita. O que a turma reconhece nela? | celular |
As telas 29–45 são cenas extras, fora dos 50 minutos.
As notas completas estão na aula (tecla N) e na tela de condução (tecla P).Dr. Júlio Lucena · Colégio NewWay