| 0–3 | 1. A mensagem 16 | ANTES DA AULA: se você souber de algum aluno vivendo algo parecido, converse com ele antes, em particular, e combine com a equipe socioemocional. | mensagem, voto |
| 3–5 | 2. Lara e Caio, 16 anos | Apresente a história e deixe claro, em voz alta, que ela é inventada: nenhum caso real, de ninguém da escola. | |
| 5–7 | 3. Semana 1 | As mensagens aparecem uma a uma no toque. Leia cada uma em voz alta, com o tom de quem está apaixonado, sem ironia. | passos |
| 7–8 | 4. Semana 3 | Mesma condução: uma mensagem por vez, lida em voz alta, sem comentário. Repare quem da turma reage na mensagem 7 ou na 8: é comum que alguns já se incomodem aqui, e outros achem normal. | passos |
| 8–10 | 5. Semana 6 | Leia a mensagem 11 devagar: quem não deve não teme. No último toque, a resposta de Lara se escreve sozinha, com uma hesitação longa antes: deixe a turma esperar junto. | mensagem, passos |
| 10–12 | 6. Semana 9 | Última semana. As mensagens caem uma sobre a outra, como notificações na tela bloqueada: leia cada uma em voz alta. | celular, passos |
| 12–15 | 7. Em que semana passou do ponto? | AO VIVO 1 de 2. Contagem de mãos por faixa, um cartão por vez: cada toque soma uma mão. O resultado costuma se espalhar pelas quatro faixas, e é esse espalhamento que interessa: a mesma conversa, lida pela mesma sala, e cada um viu o limite num lugar diferente. | voto, passos |
| 15–18 | 8. 66% contra 8% | ANTES DE TOCAR, UM CHUTE de olhos fechados, sobre a pesquisa e não sobre ninguém da sala: de cada 100 moças que viveram alguma atitude de controle do parceiro, quantas vocês acham que chamaram aquilo de violência? | número, passos |
| 18–22 | 9. Isso é violência? | Duas coisas na mesma tela. À esquerda, a mesma pesquisa: atitude por atitude, quantos jovens chamam aquilo de violência. | |
| 22–26 | 10. Por que o desculpa prende | Duas ideias, um desenho. Primeiro o ciclo: a psicóloga americana Lenore Walker descreveu em 1979 um ciclo que aparece em muitos relacionamentos abusivos: a tensão vai se acumulando, vem uma explosão, e depois uma fase de arrependimento e carinho, que ela chamou de lua de mel. | |
| 26–29 | 11. O que tornou difícil dizer não? | Conversa aberta, sobre a personagem, nunca sobre alguém da sala. Deixe a turma levantar as razões. | |
| 29–32 | 12. Vigilância constante está na lei | Leia a frase do Caio e toque: ela é riscada, e por cima aparece o nome que a lei dá. A Lei Maria da Penha, de 2006, define violência psicológica no artigo 7º, e entre os exemplos estão, com estas palavras, vigilância constante, isolamento e violação da intimidade. | passos |
| 32–36 | 13. Amar é querer o bem de alguém | A virada, sem sermão. Tomás de Aquino, na Suma Teológica, define amar com uma frase curta: amar é querer o bem de alguém. | |
| 36–39 | 14. E se quem vasculha for você? | Esta tela é para quem se viu no Caio, e costuma haver alguém. Diga sem acusar ninguém: na pesquisa, só 4 por cento dos rapazes admitiram espontaneamente ter praticado alguma violência contra a parceira; depois de ver a lista, 55 por cento reconheceram pelo menos uma atitude. | |
| 39–43 | 15. Se é com a sua amiga | AO VIVO 2 de 2. Pergunte primeiro: se fosse a amiga de vocês, o que diriam? Ouça. Depois mostre as três frases, uma por toque, e explique a última linha: o ultimato (larga dele agora, ou eu não falo mais com você) costuma empurrar a pessoa para mais perto de quem controla, porque tira dela o último amigo. | passos |
| 43–47 | 16. A mensagem 16, de novo | A mensagem 16 volta, agora com o ciclo inteiro atrás dela. Refaça o voto da abertura, com os dedos, e registre nos contadores: isso é uma mensagem de amor? | voto |
| 47–50 | 17. Mais amigos ou menos? | Leia a pergunta uma vez e não acrescente nada. Ela fica com eles: serve para qualquer namoro, inclusive o próprio, só na cabeça. |
As notas completas estão na aula (tecla N) e na tela de condução (tecla P).Dr. Júlio Lucena · Colégio NewWay