| 0–4 | 1. Qual linha? | ASCH REFEITO NA SALA, antes de qualquer palavra sobre o tema. ANTES DA AULA, no corredor: combine com cinco alunos seguros, que topam e aguentam guardar segredo até o voto que muda. | passos |
| 4–5 | 2. Você já sabe o que é certo | Não comente o cartão. Mostre o título e deixe três segundos de silêncio antes de falar. | |
| 5–6 | 3. Três situações | Uma por toque, rápido, sem comentar. Depois de cada uma pergunte: qual é o certo? | passos |
| 6–9 | 4. O que ele vai responder? | PAUSA NA DECISÃO. No trecho, uma mesa de rapazes compara linhas num cartão; um a um, os outros da mesa, combinados com o pesquisador, dão em voz alta a mesma resposta errada, e o único participante de verdade fica por último. | vídeo |
| 9–11 | 5. Aposta | Explique o experimento em trinta segundos, mais curto porque a turma acabou de ver: uma sala, um cartão com três linhas de tamanhos claramente diferentes e um grupo de cúmplices do pesquisador (na versão de 1951, grupos de… | régua, passos |
| 11–12 | 6. 75 | Deixe o número contar em silêncio. Depois diga a frase que dói: se isso valesse para esta sala, três em cada quatro de vocês teriam acompanhado pelo menos uma vez. | |
| 12–14 | 7. Três leituras | Três leituras do mesmo experimento, uma por toque. A primeira tira o álibi da dúvida: a tarefa era fácil, o grupo de controle prova. | passos |
| 14–14 | 8. Por que se falha | Tela de respiro, dois segundos. Serve para a sala levantar a cabeça e perceber que mudou o assunto: agora, os mecanismos. | |
| 14–16 | 9. O alarme da exclusão | Mecanismo 1, a parte do cérebro. Conte o experimento: Naomi Eisenberger, Matthew Lieberman e Kipling Williams (Science, 2003) colocaram pessoas num aparelho de ressonância jogando Cyberball, um jogo de passar a bola na tela… | |
| 16–18 | 10. A plateia | Mecanismo 1, a parte da idade. Esta é a aula que explica este estudo; nas outras ele aparece só como lembrança. | |
| 18–21 | 11. A diluição | Segundo mecanismo, e o mais contraintuitivo. ANTES das barras, o número da sala: todos de olhos fechados; pergunte quem já viu algo errado num grupo de mensagens e não falou nada porque tinha mais gente ali. | passos |
| 21–23 | 12. O frio e o quente | Terceiro mecanismo: a lacuna quente-fria, de George Loewenstein (Health Psychology, 2005). | passos |
| 23–27 | 13. As cinco ofertas | O CENTRO DA AULA, em forma de aposta. A tela abre com as cinco ofertas e o que cada uma dá na hora; o preço está escondido. | passos |
| 27–34 | 14. Voto que muda | A cena: no intervalo, a turma inteira ri de uma piada sobre um colega que não está ali, e você acha a piada cruel. | arena, passos |
| 34–35 | 15. Sozinho | Fique em silêncio. Leia a frase como está, no tom de quem acredita nela: é a frase que todo mundo diz depois. | passos |
| 35–37 | 16. O que aquele um quarto tinha? | CORAÇÃO DA AULA, parte 1: a pesquisa. Volte ao 25% que nunca cedeu. | |
| 37–40 | 17. A decisão de ficar | CORAÇÃO DA AULA, parte 2: a cena, contada devagar. Viktor Frankl era médico e prisioneiro num campo de concentração, cuidando de doentes de tifo. | |
| 40–43 | 18. Quatro jeitos de chegar decidido | Protocolo, não sermão. Se a turma já viu a Biga: decidir no frio é o cocheiro segurando a rédea antes de a plateia assustar os cavalos. | passos |
| 43–48 | 19. Escreva a sua linha | No papel, silêncio total. Ninguém entrega para você e ninguém lê. | papel |
| 48–52 | 20. O mesmo cartão | Volte ao cartão do começo, agora com a turma sabendo tudo. Aponte o cartão 2 e deixe a sala olhar em silêncio. | passos |
As notas completas estão na aula (tecla N) e na tela de condução (tecla P).Dr. Júlio Lucena · Colégio NewWay