| 0–1 | 1. Capa | Entre em silêncio e deixe a capa por alguns segundos. Diga só isto: a descrição mais precisa do que acontece dentro de vocês tem dois mil e quatrocentos anos e cabe numa carroça. | |
| 1–2 | 2. O tema de hoje | Diga o tema com todas as letras antes de qualquer pergunta. A aula tem três partes: o mito de Platão, o que a neurociência encontrou de parecido, e o treino. | |
| 2–5 | 3. Quantas vezes esta semana | Voto de mão: cada toque no cartão soma um voto. Não comente nenhum número em voz alta. | voto |
| 5–7 | 4. A cena · 06h40 | Avance as mensagens uma a uma. Pergunte: quem escreveu a última mensagem? | celular, passos |
| 7–8 | 5. Duas forças | Uma frase e silêncio. Só então apresente Platão. | |
| 8–11 | 6. O mito · a parelha alada | Conte como história. No Fedro, Sócrates diz que explicar o que a alma é exigiria um deus, mas dizer com o que ela se parece cabe a um homem. | |
| 11–14 | 7. As três peças | A tela que organiza a aula. Leia o nome, peça um palpite sobre o que representa, depois toque. | cartões |
| 14–16 | 8. O cavalo branco | Leia a paráfrase de Platão (Fedro, 253d) devagar. Depois traduza: o cavalo branco é o que quer acordar cedo para treinar, o que fica com vergonha de ter feito algo feio, o que quer ser respeitado por mérito. | |
| 16–18 | 9. O cavalo preto | A turma ri da descrição, e é para rir. Platão descreve o cavalo mau com desprezo quase cômico: torto, disforme, focinho achatado e surdo. | |
| 18–21 | 10. A luta | Conte como narração, quase teatro, uma linha por toque. O detalhe que ninguém espera é o último: o cavalo preto volta a disparar muitas vezes, até que se humilha e passa a seguir o cocheiro (Fedro, 254e). | passos |
| 21–27 | 11. Voto que muda | Como conduzir: (1) vote agora, sem discussão, na linha de cima; (2) dois voluntários, um de cada lado, 60 segundos cada, de pé; (3) vote de novo, na linha de baixo; (4) compare as duas linhas. | voto |
| 27–29 | 12. Atrelar | Desmonte a leitura moralista, que é a mais comum. Platão manda atrelar o cavalo preto. | |
| 29–32 | 13. O que o cérebro confirma | O pilar técnico. Platão não viu um cérebro e acertou o desenho. | |
| 32–36 | 14. Quatro cenas de terça-feira | Toque em cada horário e pergunte à sala qual cavalo está puxando. Deixe responderem em voz alta. | passos |
| 36–38 | 15. As asas | A parte esquecida do mito. A parelha tem asas, e a asa leva para cima o que é pesado. | |
| 38–39 | 16. A rédea | A virada. Baixe o tom. | |
| 39–41 | 17. Frankl · para onde | Coração da aula, vá devagar. ATENÇÃO À FONTE: a frase “entre o estímulo e a resposta existe um espaço” circula como sendo de Frankl, mas nunca foi encontrada na obra dele; não a cite como dele. | |
| 41–45 | 18. Em duplas · nomear o cavalo | Em duplas. Cada um conta uma situação recente em que o cavalo preto ganhou, sem nome de terceiros. | cronômetro |
| 45–48 | 19. Quatro rédeas | Protocolo, uma linha por toque. (1) Dar nome ao que se sente reduz a resposta da amígdala: é a rotulação do afeto, de Lieberman e colegas (Psychological Science, 2007). | passos |
| 48–49 | 20. No caderno | Silêncio. Uma linha no caderno; ninguém entrega e ninguém lê. | |
| 49–50 | 21. Fechamento | Leia devagar. Volte ao placar da primeira pergunta sem comentar o número. |
As notas completas estão na aula (tecla N) e na tela de condução (tecla P).Dr. Júlio Lucena · Colégio NewWay